it annoys me a whole fucking lot when small minded people – who can barely read, write and understand simple sentences – think they’re able to get human behavior by spitting some little poem
o que fazer quando aquilo que supostamente te faz funcionar, ao mesmo tempo, prejudica uma parte essencial de ti?
with or without you nunca fez tanto sentido.
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É a primeira vez na vida que experimento a verdade daquilo que tantos pensadores ressaltaram como a quintessência da sabedoria, por tantos poetas cantada: a verdade de que o amor é, de certa forma, o bem último e supremo que pode ser alcançado pela existência humana. Compreendo agora o sentido das coisas últimas e extremas que podem ser expressas em pensamento, poesia – e em fé humana: a redenção pelo amor e no amor!
Viktor E. Frankl, Em Busca de Sentido
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O que realmente é lógico? Quem decide a razão? Minha jornada levou-me ao físico, ao metafísico, à ilusão, e de volta. Fiz a descoberta mais importante da minha carreira – a descoberta mais importante da minha vida. É apenas nas misteriosas equações do amor que qualquer lógica ou razão pode ser encontrada. Eu só estou aqui por causa de você.
[falando e olhando para a esposa]
Você é a razão de eu ser. Você é todas as minhas razões.
John Nash, Uma Mente Brilhante
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Por que então, nós que amamos, deveríamos ficar separados? (…) Por que nos importarmos com preconceitos e com os outros?
Diário de Anne Frank
Não segure muito teus instintos
Porque isto não é natural
(…)Vá em frente entre numa boa
Porque a vida é uma festa
Não controle, não domine, não modele
Tudo isso faz muito mal
Deixe que a mente se relaxe
Faça o que mandar o coração
(…)Chega de fugir de se esconder
E de deixar a vida pra depois
Como se tivesse o tempo inteiro
O tempo corre, nada vai te esperar
Entra de cabeça nos seus sonhos
Só assim você vai ser felizNão se reprima, não se reprima
Não se reprima, não se reprima
Menudos, Não Se Reprima
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(…) ninguém deve saber da guerra que se trava em meu íntimo. Guerra entre o desejo e o bom senso. Até o momento que escrevo, tem ganho o último, mas, e se o primeiro demonstrar ser o mais forte dos dois? Às vezes receio que seja assim e outras vezes desejo que o primeiro saia vencedor!
Diário de Anne Frank
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Today is the greatest
Day I’ve ever known
Can’t live for tomorrow,
Tomorrow’s much too long
(…)Today is the greatest
Day I’ve never known
Can’t wait for tomorrow
I might not have that long
(…)Pink ribbon scars
That never forget
I tried so hard
To cleanse these regrets
My angel wings
Were bruised and restrained
My belly stings(…)
Today is the greatest day
That I have ever really known
Smashing Pumpkins, Today
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lá, talvez eu já tivesse morrido de solidão.
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(…) Chego agora ao xis da questão, o motivo pelo qual resolvi começar este diário: não possuo nenhum amigo realmente verdadeiro.
Vou explicar isso melhor, pois ninguém há de acreditar que uma menina de treze anos se sinta sozinha no mundo. Aliás, nem é esse o caso. Tenho maus pais, que são uns amores, e uma irmã de dezesseis anos. Conheço mais de trinta pessoas a quem poderia chamar de amigas – e tenho uma porção de pretendentes doidos para me namorar e que, não o podendo fazer, ficam me espiando, na classe, por meio de espelhinhos. Tenho parentes, tios e tias, que também são uns amores, além de um lar agradável. Aparentemente, nada me falta. Mas acontece sempre o mesmo com todos os meus amigos: gracejos, brincadeiras, nada mais. Jamais consigo falar de algo que não seja a rotina de sempre. O problema é que não conseguimos nos aproximar uns dos outros. Talvez me falte autoconfiança; seja como for, o fato é esse, e não consigo mudá-lo.
Daí, este diário. A fim de destacar na minha imaginação a figura da amiga por quem esperei tanto tempo (…).
D‘O Diário de Anne Frank, uma menininha de apenas treze anos, incrivelmente lúcida e, em vários momentos, tristemente parecida comigo
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The line it is drawn
The curse it is cast
The slow one now
Will later be fast
As the present now
Will later be past
The order is
Rapidly fadin’.
And the first one now
Will later be last
For the times they are a-changin’.
Bob Dylan, The Times They Are A-Changing
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